Vereadora responde a notícias sobre o GOP+Jovem
Em resposta às informações/notícias que se encontram em circulação sobre o Gaia Orçamento Participativo (GOP) + Jovem, que será hoje votado em reunião de câmara, a vereadora Elizabete Silva emitiu um comunicado em que afirma que a decisão não significa “parar. É cumprir. Há decisões que são fáceis de anunciar. E há decisões que são difíceis… mas necessárias”.
Nesse sentido explicou que “a suspensão do GOP + Jovem em 2026 não é um recuo. É um compromisso com o que realmente importa: cumprir aquilo que a Câmara Municipal de Gaia prometeu às pessoas. Nos últimos anos, dezenas de projetos foram aprovados com a participação direta dos cidadãos. Boas ideias, úteis e desejadas pelas comunidades. Mas há uma verdade que precisa de ser dita com frontalidade: muitos desses projetos continuam por concretizar e alguns nem saíram do papel. E isso tem um custo. Não um custo financeiro, mas um custo de confiança”.
Indo ao pormenor, Elizabete Silva avançou que “participação não é apenas votar ideias. Participação é ver essas ideias a acontecer. Lançar uma nova edição do Orçamento Participativo, sabendo que há projetos por executar, seria fácil. Mas seria também irresponsável. Seria criar expectativas sem garantir respostas. E isso não é governar. É prometer por prometer”.
Depois de explicar a decisão tomada para o ano em curso, a vereadora avança: “Nós escolhemos outro caminho. Escolhemos cumprir. Escolhemos garantir que cada projeto aprovado avança. Escolhemos respeitar quem participou, quem acreditou e quem confiou” e defende que “a política séria não se mede pelo número de anúncios. Mede-se pela capacidade de entregar resultados”.
A concluir garante: “Queremos um Orçamento Participativo mais ágil, mais eficaz e mais próximo das necessidades reais das pessoas e, acima de tudo, exequível. Um Orçamento Participativo que saia do papel e não seja usado como manobra de marketing. Sabemos que há quem prefira o ruído fácil, a crítica rápida e a leitura simplista. Mas governar não é seguir o barulho. É fazer o que está certo, mesmo quando não é o mais popular. Hoje dizemos com clareza: mais importante do que anunciar é cumprir. Porque, no fim, é isso que as pessoas esperam. E é isso que merecem”.