Arrancou o julgamento dos médicos da ULS Gaia/Espinho acusados de homicídio por negligência de um recém-nascido
Começaram, hoje, a ser julgados os quatro médicos de ginecologia e obstetrícia acusados de homicídio por negligência de um recém-nascido na ULS Gaia/Espinho, em 2019.
Por despacho emitido pela magistrada, a audiência decorreu à porta fechada.
Recorde-se que a acusação centra-se na realização de um parto vaginal e na insistência de efetuar manobras de reposicionamento durante o parto, quando estas não eram indicadas devido aos resultados fornecidos pelo CTG (cardiotocografia).
O bebé acabou por morrer devido a uma encefalopatia hipóxica-isquémica, ou seja por falta de oxigénio e fluxo sanguíneo no cérbero.