Já são conhecidas as medidas de coação da "Operação Lúmen" que envolve empresa gaiense

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24-03-2026 | 17:59 | | |

Já são conhecidas as medidas de coação da "Operação Lúmen" que envolve empresa gaiense

Escrito por Mariana Marques Dias

Após a empresa Castros Iluminações Festivas, sediada em São Félix da Marinha, ter sido alvo de buscas pela Polícia Judiciária (PJ) no âmbito da operação Lúmen e quatro pessoas serem detidas, já são conhecidas as medidas de coação aplicadas aos arguidos. 

O Tribunal de Instrução Criminal do Porto considerou que Jorge Castro, responsável pela empresa de iluminações, está obrigado a prestar uma caução de 100 mil euros, bem como suspender funções em sociedades comerciais e proibido de contactar com trabalhadores. Ainda com relações a Gaia, um funcionário da empresa, ficou proibido de aceder às instalações e de contactar com funcionários e administradores.

Relativamente aos outros arguidos, Carla Salsinha, presidente da União de Associações de Comércio e Serviços, foi suspensa de funções, assim como o secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa, Alberto Laplaine Guimarães, viu-se obrigado a suspender de funções públicas. 

Todos os arguidos estão sujeitos a termo de identidade e residência.

Tal como O Gaiense noticiou, de acordo com a PJ, a investigação teve origem numa denúncia ligada com a “pretensa viciação de procedimentos de contratação pública relacionados com o fornecimento e instalação de iluminações festivas, utilizadas nas épocas de Natal e na celebração de diversas festividades”.