APA chumba alterações pretendidas pelo consórcio para o traçado do TGV em Gaia e no Porto
A Agência Portuguesa do Ambiente chumbou as alterações que o consórcio AVAN Norte queria implementar ao projeto e caderno de encargos inicialmente apresentado para a linha de alta velocidade no traçado entre Espinho e Porto, que incluíam alterar a estação de Gaia de Santo Ovídio para Vilar do Paraíso, e construir duas pontes sobre o Rio Douro, em vez de uma única rodoferroviária.
Segundo a Decisão sobre a Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (DCAPE), na consulta pública do projeto, "foram recebidas 259 exposições, maioritariamente críticas ao Projeto de Execução.
Outra alteração pretendida pelo consórcio composto por Mota-Engil, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro, Casais, Conduril e Gabriel Couto, era construir menos traçado em túnel, o que ira conduzir a mais demolições à superfície (136 demolições previstas em Gaia e no Porto, das quais 109 habitações e 27 empresas).
A APA deu ainda conta que durante a consulta pública do projeto foram recebidas 259 exposições.
Mais pormenores na edição impressa do jornal O Gaiense do próximo sábado, 27 de dezembro.